Esta é a primeira edição dos Jogos Olímpicos que o Canabidiol (CBD) não mais é proibido. O assunto virou notícia até no mundo dos negócios, onde o mercado de cannabis medicinal entrou para a lista de patrocinadores dos jogos.
A substância que não contém propriedades psicotrópicas foi retirada pela Agência Mundial Antidoping (WADA, sigla em inglês) em 2018, mas esta é a primeira edição em que o composto não será ilícito.
Além de aliviar dores e inflamações, a substância da cannabis é cada vez mais vista como uma espécie de suplemento, que ajuda a estabilizar o chamado Sistema Endocanabinoide do corpo, por onde a cannabis atua.
Contudo, o uso de canabidiol vai favorecer outros tipos de atletas, pois a decisão da WADA valerá também para os Jogos Paralímpicos.
Pouco menos de um mês para o início das competições, a exclusão é um alívio para vários esportistas que utilizam a cannabis tanto como tratamento quanto como suporte para o alívio da ansiedade, insônia e dores.
Principalmente porque ela serve de alternativa para remédios convencionais, pois possui menos efeitos colaterais. A maioria dos atletas também acrescenta que não há interação com outros medicamentos.
Contudo, a aprovação foi somente para o canabidiol, as demais substâncias da planta ainda são proibidas, o que pode ser um problema para algum participante que faz o uso do óleo com mais tetraidrocanabinol (THC) ou até mesmo na versão Full Spectrum (feito com a planta inteira).
Contudo, parece que a decisão já é um avanço. As competições se iniciam no dia 24 de agosto e vão até o dia sete de setembro.
Tainara Cavalcante
Jornalista pela Fapcom (Faculdade Paulus de Comunicação) e pós graduanda na FAAP (Fundação Armando Alves Penteado) em Jornalismo Digital, atua como produtora de conteúdo no Cannalize, Dr. Cannabis e Cannect. Amante de literatura, fotografia e conteúdo de qualidade.
Inscreva-se grátis na nossa Newsletter!
Copyright 2019/2023 Cannalize – Todos os direitos reservados
Solicitação de remoção de imagem
Termos e Condições de Uso