Depois do longa-metragem Ilegal, O outro mundo de Sofia aborda uma nova perspectiva da cannabis no Brasil depois de nove anos

Foto: Divulgação
Do mesmo autor do filme Ilegal (2014), o diretor de cinema Raphal Erichsen embarcou em um novo documentário. Dessa vez, para contar a história da primeira família a conseguir um Habeas Corpus para plantar cannabis de forma legal.
Chamado de “O outro mundo de Sofia”, o longa-metragem conta a trajetória até a criação da Apepi (Associação de apoio á pesquisa e á pacientes de cannabis medicinal), que hoje, atende cerca de 10 mil famílias.
Sobre o olhar da pequena Sofia, filha da fundadora Margarette Brito, e que tem uma doença rara que causa convulsões epilépticas, o filme embarca em uma jornada por trás da evolução da cannabis no Brasil hoje.
O documentário conta com a narrativa do neurocientista Sidarta Ribeiro, que aborda os avanços científicos relacionados à planta até agora. Além de mostrar os desafios enfrentados pelos pacientes, o preconceito e a falta de informação, sobretudo por políticos.
Novas perspectivas
Em entrevista à Cannalize, o diretor Raphal Erichsen falou das mudanças desde o seu primeiro filme sobre o tema. “Em 2014 a gente mal podia falar a palavra maconha com a imprensa”, ressalta.
Segundo Erichsen, O outro mundo de Sofia trouxe uma nova abordagem, em que não só a legislação está diferente, mas o pensamento sobre a cannabis também. “Passados nove anos, há uma realidade radicalmente diferente”, complementa.
Mas acima de tudo, sobre a perspectiva da Sofia, de tentar entender o que se passa na cabeça da menina.
O filme estreia hoje (8) no canal GNT e estará disponível no Globoplay no dia seguinte.
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