
kamahzine
A 12ª edição da Kamah Zine mergulha em um debate urgente: justiça climática. O conceito, cada vez mais presente nas discussões globais, vai além da preservação ambiental e coloca em pauta a equidade social diante da crise climática.
Distribuída nos três dias da Expocannabis 2025, a revista destaca que os impactos das mudanças no clima não são distribuídos de forma igual. Comunidades vulneráveis, especialmente as mais pobres e periféricas, sofrem de maneira desproporcional.
Por isso, a justiça climática defende que políticas ambientais considerem direitos humanos, inclusão social e reparação histórica.
A publicação alerta que eventos extremos, como enchentes e secas prolongadas, já afetam milhões de brasileiros.
Esses fenômenos não são apenas problemas ambientais, mas também sociais, pois ampliam desigualdades e colocam vidas em risco. A Kamah Zine enfatiza que enfrentar a crise climática exige colaboração entre sociedade civil, setor privado e poder público, com foco em justiça e reparação.
A revista apresenta artigos e entrevistas com lideranças de movimentos socioambientais, que explicam como a crise climática está ligada a práticas econômicas predatórias e ao racismo ambiental.
Por isso, um dos destaques é a análise sobre políticas públicas voltadas para mitigação e adaptação, mostrando que o Brasil precisa avançar na implementação de planos que incluam comunidades tradicionais e povos indígenas.
Outro ponto abordado é a importância da educação ambiental como ferramenta de transformação. A Kamah Zine defende que informar e engajar a população é essencial para pressionar governos e empresas a adotarem práticas sustentáveis.
Além disso, a edição traz exemplos de iniciativas locais que promovem agricultura regenerativa, reflorestamento e economia circular, provando que soluções comunitárias podem gerar impacto positivo.
Depois de apresentar o tema central, vale lembrar que a Kamah Zine é uma publicação gratuita, impressa e digital, criada pela comunidade Kamah para promover educação e debates sobre temas sociais, ambientais e culturais. Inspirada nos tradicionais fanzines, a revista busca democratizar o acesso à informação e estimular reflexões que contribuam para um futuro mais justo e sustentável.
Dessa forma, cada edição traz um tema central, abordado por especialistas, ativistas e organizações parceiras, sempre com linguagem acessível e conteúdo relevante.
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Redação
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